Sabe aquelas mulheres que adorammmm discutir relação?
Não importa a hora... Antes, durante ou após o trabalho.
Estando você com fome, sem fome ou com fome e ressaca.
Pode até ser no meio da final do paulistão – Santos x Santo André (sendo o cara santista doente, berrando na frente da TV com a camisa do Neymar...).
Ou naquele dia em que você acordou 9h da manhã, pra assistir a F1 e logo naquela hora em que os carros estão fazendo a 2ª parada para os boxes (e ela pensa, “ah, besteira, a corrida já está mesmo acabando!”).
Antes que vocês, homens, queiram matar essas minhas mulheres hipotéticas, preciso dizer que: sim, elas são hipotéticas e não, não têm nada a ver comigo.
Muito pelo contrário, eu detesto discutir a relação.
Na verdade, eu, diferentemente de muitas mulheres, que sempre encontram aquela brechinha, de pelo menos uns 5 minutinhos (5 minutos de mulher, ou seja, meia hora), eu nunca encontro um momento propício para tanto.
E acabo dormindo com a dúvida, ou morrendo com a dúvida.
Atualmente, zombando do meu próprio inimigo, já adotei chavões.
- Deixa pra lá...
- Esquece isso!
- Deixa rolar...
- Não, não vou perguntar uma coisa assim tão íntima...
E eu, que sou a pessoa mais curiosa do planeta, acabo sem saber as coisas mais simples da vida.
Com o tempo, vi que, de fato, há coisas que não devem ser ditas, nem perguntadas, nem comentadas... Que na verdade, não deveriam ter sido nem pensadas. São os famosos Bichos de Sete Cabeças.
Atualmente, tenho criado a maioria dos meus Bichos de Sete Cabeças em cativeiro.
O problema é que há coisas que há coisas que sempre devem ser ditas, justamente pra não se tornar mais uma espécie de Bicho de Sete Cabeças na nossa, já cansada, CABEÇA!
Mas, devem ser ditas quando???