quarta-feira, 31 de março de 2010

"E se quiser saber pra onde eu vou..."




Agora (e talvez por um bom tempo) serei uma mulher previsível!
Onde serão minhas noites diárias até 22h40? Marcato da Bela Vista!
Acho que minhas noites de cachaça vão diminuir, pelo menos em dias de semana, exceto véspera de feriado!
Por sinal, amanhã é véspera de feriado!
Qual a boa???

terça-feira, 23 de março de 2010

30 is the new 20!




Ainda nem assisti essa nova série protagonizada por Courteney Cox (a famosa Monica de Friends), mas a partir dela desenvolvi um projeto, denominado: 30 is the new 20!
O lema dessa série, denominada Cougar Town é: 40 is the new 20!
O projeto não tem nada ver com série, até porque, pelo que li na sinópse da série, a mesma não tem uma história muito parecida com a minha, mas peguei o nome emprestado para iniciar um projeto que poderia ser simploriamente denominado – 30 com corpinho de 20! (rs)
Considerando que quando eu tinha 20 não era lá essas coisas (não posso negar que o tempo me fez bem), provavelmente vou me basear nos meus 24 aninhos (ou nos 27...).
Resumindo, o projeto se baseia em mais exercícios (leia-se: algum exercício, pois eu sou a pessoa mais sedentária do planeta) e dieta menos calórica (leia-se: evitando doces e frituras).
Esse projeto NÃO estará excluindo bebidas alcóolica - em festas, HHs e confraternizações em geral, pode-se beber a vontade, até o fígado aguentar e o estômago não reclamar. Cortar o álcool é demais, né! Melhor cortar os pulsos! Kkkkkkkkkkkk!!!!
Não tenho metas exageradas como – emagrecer 1 ou 10 kgs por semana, tal como essas dietas loucas! Contudo, espero chegar no meu próximo aniversário mais bonita e mais saudável!
Bom, temos quase 1 ano pela frente! Tempo de sobra! Mãos à obra!!!


OBS: O projeto foi iniciado hoje! Resultado: caminhada muito boa no parque das bicicletas e fome insuperável à noite :S
Mas não vou desistir!!!

segunda-feira, 22 de março de 2010

Amor é isso!



O dia estava chato!
Pouco estresse no trabalho, na verdade, o dia estava muito tranquilo no trabalho... Ao ponto de eu ter descido, num certo momento, para tomar um picolé de morango com uma colega do escritório.

De repente, inicio uma conversa no GoogleTalk.
Então, não mais que de repente, o sorriso volta ao rosto.
A conversa era boba, mas o sorriso era bonito, com certeza!
Nessas horas, queria ser confundida com uma celebridade, para que algum paparazzi fotografasse aquele meu sorriso.

A conversa acabou.
O sorriso virou apenas uma lembrança e uma constatação de que realmente O AMOR É UMA FLOR ROXA QUE NASCE NO CORAÇÃO DE QUEM É TROUXA!

Como é chato ser trouxa!

sexta-feira, 19 de março de 2010

Momento Nostalgia





"Olha aí!
Ai, o meu guri, olha aí!
Olha aí!
É o meu guri!"
(O meu guri, Chico Buarque)

quinta-feira, 11 de março de 2010

Feliz (des)aniversário!





E chegou o dia 10 de março!

Cada ano que passa, ao invés de eu me acostumar com esta data que, diferentemente do dia 29 de fevereiro, haverá em todos os anos, sem exceção, ela tem sido cada vez mais difícil, sofrida, frustradas com sabor de sonhos não-realizados, o amargo gosto de derrota e ainda acompanhada de um ou outro fio de cabelo branco.

Por esta razão, há alguns anos, decidi não mais organizar nenhum tipo de comemoração para o meu aniversário, pois eu penso que não há nada a ser comemorado.

Afinal, por que comemorar o dia em que estou ficando mais velha?

Seria mais interessante comemorar se eu tivesse ficando mais nova. Bem que Papai do Céu podia me dar isso de presente, né? Imagina! Acordar um dia e descobrir que, como num passe de mágica, acrescentaram-se uns 2-3 anos na sua data de nascimento! Oh, que maravilha!

E em falar em maravilha, imaginem como seria bom se comemorássemos nossos “desaniversários”! Teríamos mais motivos para comemorar, sem precisar lembrar que estamos ficando mais velhos.

Todavia, não adianta se iludir, não vivemos no País das Maravilhas! Apesar disso, podemos dizer que a maioria dos nossos amigos e familiares são comportam-se como Coelho Branco de Lewis Carrol – vivem atarefados, olhando pro relógio, correndo pra lá e pra cá sem olhar as maravilhas ao seu redor. Mas... É só falar a palavra “aniversário” que o mundo pára. É como se os compromissos urgentes deixassem de ser urgentes, como se o sono ficasse para depois ou como se os ponteiros do relógio passassem a rodar no sentido anti-horário.



Esta semana liguei pra um amigo e chamei-o para jantar. Porém, ele disse-me que não podia, porque iria trabalhar até tarde. Contudo, em seguida, recebi uma mensagem deste mesmo amigo: “você está querendo comemorar seu aniversário antes?”. Esqueci de mencionar, este convite para jantar foi feito na véspera do meu aniversário e eu, de fato, estava um pouco abalada em pensar que em poucas horas eu teria que omitir mais 1 ano em minha idade (pois agora só digo que tenho 25, no máximo, 26! Promessa de ano novo!).

Enfim, questionei-o se havia diferença ser ou não comemoração do meu aniversário na aceitação do convite. E, como esperado, o mesmo respondeu que sim, marcando um jantar para o dia 11/03 (no caso, hoje, depois eu digo se rolou, kkkkkkkkkk!).

Na realidade, tentei comemorar meu aniversario sim! Procurei alguns amigos no último fim de semana, mas não consegui marcar nada. Obviamente, em nenhum momento disse a palavra “aniversário” – e isso mudaria tudo, eu sabia. Mas eu queria que as pessoas saíssem comigo pelo prazer de minha companhia e não por uma convenção social de comemoração de aniversários.

A data do meu aniversário não está no Orkut. A omissão é proposital, para se esquivar de eventuais comemorações. Pago um preço alto pela omissão, acabo sem falar com pessoas queridas. Este ano achei que seria o mais difícil de todos, achei que muita gente que gosto iria esquecer-se desta ingrata data, não por não se importar comigo, mas por esquecer da data, afinal: se memória fosse vendida na feira, muita gente ia ficar sem carne no almoço!

Ainda bem que estava enganada. Sim, muita gente se esqueceu, claro! Mas muitos lembraram. Foram muitos telefonemas, e-mails, mensagens de texto, scraps, conversas on-line. Além disso, muito mais que pela quantidade, fiquei feliz pela qualidade, foram poucas as ligações de menos de 5 minutos, mesmo no caso dos interurbanos.

Assim, quase que num passe de mágica, todas essas coisas me fizeram perceber que se nem tudo são flores, também nem tudo são espinhos. Vivo uma vida que nunca sonhei, mas esse não deve ser o pior pesadelo!

quarta-feira, 3 de março de 2010

Você o apagaria?




Lembram-se da história de Joel e Clementine?
Basicamente, para aqueles que não assistiram ao filme, é a história de um casal de namorados que, após o rompimento do namoro, decidem deletar todas as memórias e lembranças (boas e ruins) que possuem um do outro. Na ficção do filme isto é possível, numa empresa chamada Lacuna Inc. (essa informação, obvio, captei com meu amigo Google).
Este filme sempre me deixou muito pensativa, imaginando como seria estranho passar por uma pessoa que tanto te fez sorrir e chorar, como se nunca a tivesse visto na vida. Pergunto-me se eu olharia pra ela, se ela, mais uma vez, chamaria a minha atenção, se seria capaz de me apaixonar de novo e se seria (ou não) tudo do mesmo jeito.
Mas, considerando que a empresa Lacuna Inc. não existe! Joel e Clementine também não! Resta-nos apenas a dura realidade de que pessoas marcantes não são facilmente esquecidas. Entretanto, há alguns artifícios que estão em nossas mãos e que podem, ou não, acelerar este processo que, por diversas vezes, é bastante longo!
A primeira delas é relativa ao contato. O contato pessoal, nem comento, pois é, na maioria dos casos, um veneno mortal. Contudo, tenho que concordar que é até recomendável em doses bem pequenas e homeotáticas – funcionando como uma vacina. Refiro-me ao contato virtual, ou seja, aos nossos eternos companheiros que estão conosco onde quer que estejamos: MSN, Orkut, Facebook, Twitter, Google Talk, dentre outros. Uso letra maiúscula porque eles estão tão presentes em minha vida que são verdadeiros amigos,ganhando, para mim, a categoria de nome próprio. Eles me mostram fotos de festas onde eu estive e onde eu não estive, mostram-me quem está triste, quem está feliz, quem está gordo, quem está magro, quem está grávida, quem solteiro, quem está casado, quem vai casar, etc. No caso do meu amigo Twitter... (rs)! Ah, esse ai diz quem está trabalhando, quem está enrolando, quem está de folga, quem chegou atrasado, quem vai sair mais cedo, quem está de ressaca.. Com direito a fotos, links, vídeos e tudo o mais que a tecnologia tem para nos oferecer. É como se fosse criança e estivesse novamente brincando de detetive!
Por tudo isso, eu tenho uma certa resistência em deletar pessoas adicionadas a estes meios de comunicação. Para remover uma pessoa do meu grupo de amigos virtuais os meus critérios são os seguintes: pouco contato, pouca afinidade e abuso - não necessariamente nesta ordem.
Por estas razões também, apagar uma pessoa que já me apaixonei da minha lista de contatos é algo difícil de aceitar. Principalmente quando o contato pessoal dificilmente ocorrerá, nem mesmo por acaso.
Difícil explicar, mas, para mim, é o mesmo que suprimir a vida daquela pessoa de minha vida e como se a minha vida, durante aqueles meses ou anos passados ao lado daquela pessoa simplesmente não existissem. Como se eu tivesse estado no limbo durante momentos que eu eu julgava estar próxima ao paraíso...

Hoje, sinto-me muito mais atraída pela máquina do tempo do filme “De volta pro futuro” do que pelos serviços da empresa Lacuna Inc. do filme “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembrança”. Gostaria que voltasse o tempo, não por uma questão apenas de arrependimento, mas para que aquele tempo pudesse ser gasto em algo mais produtivo ou até para diminuir um pouco a nossa idade, por que não??? (rs)

Por outro lado, se uma certa pessoa nos fez tanto mal, mostrando-se por A+B que não merece nossa atenção, por que queremos tanto saber da vida dela?

Seria saudade ou mera curiosidade?

Há uma frase de Miguel Falabela - segundo o Google (ele é meu amigo, mas erra, às vezes) que diz assim: “Saudade é não querer saber se ele está com outra, e ao mesmo tempo querer.”

E você? Você o apagaria?